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Sinsaúde exige o fim da terceirização na Santa Casa de Ibitinga e a recontratação de funcionários

21/02/2024

 

 
A administração da Santa Casa de Ibitinga violou o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) assinado com o Sinsaúde e demitiu 24 funcionários para terceirizar serviços. A medida é ilegal, pois a cláusula 23 do Acordo proíbe a contratação de mão de obra terceirizada para as tarefas abrangidas pelos trabalhadores da Saúde. O ACT foi assinado em 2023 e vale até 2025.
 
Em ofício enviado à administração do hospital no dia 19 de fevereiro, o Sindicado exige que seja interrompido imediatamente o processo de terceirização, e que os 24 funcionários demitidos (10 do laboratório e 14 da cozinha) sejam recontratados.
 
“Não aceitamos a decisão da Santa Casa e o Sindicato irá até as últimas consequências para reverter este processo que afronta diretamente o acordo trabalhista”, afirma a presidente da subsede do Sinsaúde em Araraquara, Claudete Defavere. 
 
“O ofício enviado pelo Sinsaúde é a primeira medida para resolver a questão administrativamente”, avisa o diretor sindical Osmério José Anselmo. O Sindicato solicita no documento que o hospital se “abstenha imediatamente de todo tipo de contração de mão de obra por terceiros e de qualquer instrumento contratual deste molde, bem como reintegre os funcionários...”
 
Para a presidente do Sinsaúde, Sofia Rodrigues do Nascimento, a terceirização não é só uma afronta ao Acordo como também um desrespeito aos direitos dos trabalhadores. “Não aceitaremos o descumprimento do acordo e nem o processo de terceirização, que reduz os salários dos trabalhadores e retira direitos”, afirma. 
 
A Santa Casa de Ibitinga tem 370 funcionários que trabalham no hospital, além de prestadores de serviços na UPA e no Centro Especializado de Referência.
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